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[Resenha] O Planeta dos Macacos, Pierre Boulle

22 de ago de 2014


“No ano de 2500, o professor Antelle, o físico Arthur Levain e o jornalista Ulysse Mérou deixam a Terra. Eles embarcam numa nave cósmica, em direção ao extraordinário sol vermelho Betelgeuse, na constelação de Órion. O destino encontra-se a 300 anos-luz da Terra e até atingi-lo passam-se, em nosso planeta, cerca de três séculos e meio, enquanto os viajantes, devido à dilatação do tempo, têm a sensação de passarem-se apenas dois anos.

É sexta-feira e é dia de #LeitorDeBula, vamos falar do livro que eu li essa semana que é um clássico da ficção científica mundial e foi adaptado para o cinema. Vamos de “Planeta dos Macacos” de Pierre Boulle.

O livro começa com um casal, num futuro distante, que encontram uma garrafa no espaço com uma mensagem dentro e decidem então pegá-la e lê-la. A mensagem é um relato da história vivida por Ulysse Mérou no planeta Betelgeuse (sim, é o mesmo planeta que veio Ford Prefect d’O Guia do Mochileiro das Galáxias). Ulysse é um jornalista que saiu em uma expedição espacial para o planeta Betelgeuse junto do Prof.º Antelle e do físico Arthur Levain. Após pousarem no planeta, notam que o mesmo se parece bastante com a nossa Terra e se surpreendem ao encontrar seres humanos selvagens e Ulysse fica mais perplexo quando descobre que em Betelgeuse os macacos são criaturas dominantes e possuem conhecimento.

Então Ulysse é capturado e isso desencadeia vários acontecimentos em torno de sua vida e também em torno da vida dos macacos, pois eles não acreditam que um humano possa ter a capacidade de ser um ser pensante e é ai que entra a doutora Zira e seu noivo Conelius que lutam para que Ulysse seja reconhecido como um autêntico homem pensante e não um “copista”.

Ulysse logo ganha à liberdade e vira uma “celebridade” na cidade símia e começa a aprofundar seus conhecimentos pela sua sociedade e evolução com base na convivência com os macacos e não somente com os livros (como fazia quando enjaulado). E é após de uma escavação que a sua vida em Betelgeuse muda de uma hora para a outra. Não podemos nos esquecer de Nova, a humana selvagem por quem Ulysse se apaixona e que é muito importante na história.

O livro tem várias críticas sociais e nos faz refletir sobre nossa evolução e outros assuntos que estão nítidos no livro e sendo um livro de 1963 ele ainda é atual e se encaixa bem nos dias de hoje já que não é um livro datado. Notei que o livro começa bastante lendo e sem ação, mas a partir do momento em ele vai se alavancando é de uma só vez.

Por ser um relato, ficamos cegos assim como Ulysse e isso faz descobrir as coisas juntamente dele. Temos também as diferenças do livro para o cinema que são:

- O herói é um jornalista enquanto no filme é um astronauta;

- Os humanos por motivos óbvios usam roupa de pele, já no livro eles andam nús;

- A tecnologia dos macacos é primitiva no filme. No livro os macacos possuem carros, helicópteros, etc;

- No filme os macacos falam inglês e no livro eles falam uma língua própria, porém Zira e Ulysse se comunicam em francês algumas vezes.

Bom, eu vou ficando por aqui e espero que tenham gostado da resenha de hoje e que procurem ler O Planeta dos Macacos que é uma leitura rápida, porém cheia de conteúdo.

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